Vida sem Claudinho: Bragantino vira líder do Brasileirão mesmo com ausência de sua estrela

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claudinho

Por Danilo Sardinha — Bragança Paulista, SP

O Red Bull Bragantino assumiu a liderança do Brasileirão ao vencer o Palmeiras por 3 a 1 na última quarta-feira. É possível que quem não acompanhe muito o dia a dia do clube pense que o meia-atacante Claudinho, eleito o craque do último Brasileiro, esteja sendo decisivo para esse bom início de campeonato. Mas não é bem assim.

Dos seis jogos disputados pelo Bragantino, Claudinho participou apenas de dois. Esteve presente na vitória por 3 a 0 sobre a Chapecoense, na estreia, e no empate por 2 a 2 com o Fluminense, na terceira rodada. Nos outros quatro jogos, o Massa Bruta teve três vitórias e um empate. Ou seja, o time também tem se saído bem no campeonato sem a principal estrela da equipe.

Esses três triunfos sem Claudinho, aliás, foram sobre Corinthians (fora), Flamengo (fora) e Palmeiras (casa). Com eles, o Bragantino chegou aos 14 pontos e se isolou na ponta do Brasileirão. Claudinho, que havia desfalcado o Massa Bruta anteriormente porque estava com a seleção olímpica, não atuou nessas últimas três partidas por causa de desgaste físico.

O ge levantou o desempenho do Bragantino na temporada 2021 com e sem Claudinho. O jogador é, obviamente, importante para o time. Mas os números mostram que a equipe tem conseguido viver sem ele.

Bragantino venceu o Palmeiras na última quarta-feira e assumiu a liderança do Brasileiro — Foto: Diogo Reis/AGIF

Bragantino venceu o Palmeiras na última quarta-feira e assumiu a liderança do Brasileiro — Foto: Diogo Reis/AGIF

Na temporada 2021, o Bragantino já disputou 30 jogos, somando Campeonato Paulista, Copa do Brasil, Sul-Americana e Brasileiro. Claudinho participou de 22, sendo 18 como titular e quatro em que entrou no decorrer da partida. Foram 13 vitórias, cinco empates e quatro derrotas. O aproveitamento é de 66,6%.

Nos oito jogos em que o meia-atacante não entrou em campo, o Bragantino teve quatro vitórias, três empates e uma derrota. Aproveitamento de 62,5%, próximo ao número quando Claudinho atua. O que mostra que o coletivo é, realmente, um trunfo da equipe.

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