Botafogo perde 10 jogadores na janela de começo do ano

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Ao todo, contando com atletas que já estavam fora do elenco, 14 atletas deixaram o Alvinegro em 2024

 

O Botafogo começa a temporada 2024 em reformulação depois do fim traumático que teve 2023, com a perda do título Brasileiro que parecia iminente. Só de jogadores que estavam no elenco no último ano, dez já saíram do clube – a lista conta com Victor Cuesta, que teoricamente ainda faz parte do elenco, mas sequer treina e está fora dos planos. Ao todo, são 14 baixas.

Entre emprestados, negociados ou que não renovaram, 14 jogadores já deixaram o clube neste começo de ano. O número é superior ao total da última temporada, quando nove saíram. Mesmo em 2022, quando o elenco foi completamente reformulado após a subida da Série B, foram 13 saídas.

Saídas

 

 

  • Lucas Perri (Goleiro) – Vendido ao Lyon
  • Leonel Di Plácido (Lateral-direito) – Não renovou
  • Adryelson (Zagueiro) – Vendido ao Lyon
  • Victor Cuesta (Zagueiro) – Fora dos planos
  • Philipe Sampaio (Zagueiro) – Emprestado ao RWD Molenbeek
  • Lucas Fernandes (Meia) – Não renovou
  • Gabriel Pires (Meia) – Não renovou
  • Carlos Alberto (Atacante) – Emprestado ao RWD Molenbeek
  • Luís Henrique (Atacante) – Não renovou
  • Diego Costa (Atacante) – Não renovou

 

Atletas que não estavam em 2023 e foram negociados de novo

 

  • Luís Oyama (emprestado ao Juventude)
  • Chay (emprestado ao Guarani)
  • Erison (vendido ao Kawasaki Frontale)
  • Sousa (emprestado ao RWD Molenbeek)

 

Lucas Perri e Adryelson foram as principais perdas dessa lista. Ambos foram destaques do time que fez a melhor campanha do primeiro turno do Brasileirão e foram vendidos para o Lyon, da França.

Alguns jogadores que estavam emprestados não tiveram contrato renovado. Seja pelo preço da compra, como é o caso Luís Henrique e Gabriel Pires, ou por desempenho, como Di Plácido e Lucas Fernandes.

Alguns desses nomes eram também pesados na folha salarial do clube, muito por conta do câmbio. Com contratos em euro na Europa, esses jogadores custavam caro mensalmente e abrem espaço para novos investimentos.

Por Redação do ge — Rio de Janeiro

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