Corinthians não sofre gol pela primeira vez no ano e busca parceiro ideal para André Ramalho
Timão avalia a chegada de zagueiro canhoto para fortalecer o setor
O Corinthians ainda avalia no mercado a possibilidade de trazer um zagueiro, canhoto de preferência, para reforçar o elenco de Ramón Díaz. No entanto, sem um alvo definido ou negociação avançada, a equipe busca dentro do elenco um parceiro para André Ramalho. Na última quarta, o Timão saiu de campo sem sofrer gol pela primeira vez no ano.
Na vitória por 1 a 0 sobre a Ponte Preta, em duelo pela quinta rodada do Paulistão, a defesa passou ilesa no estadual. O Timão sofreu um gol diante de Bragantino, Velo Clube e Água Santa, e três na derrota do fim de semana passado para o São Paulo.
Até o momento, Ramón e Emiliano Díaz ainda buscam a melhor formação da zaga. André Ramalho como titular é o titular, mas não há definição sobre seu parceiro no time – Gustavo Henrique, lesionado, ainda não jogou em 2025.
Na versão mais próxima do time ideal, que atuou no clássico disputado no Morumbis, Cacá atuou ao lado de André Ramalho e esteve envolvido diretamente no lance do terceiro gol, quando não conseguiu segurar o pivô de Calleri e parar o avanço de Lucas para a grande área.
As demais alternativas para o setor são Félix Torres e João Pedro “Tchoca”. O equatoriano, que começou o ano passado como titular, teve atuação elogiada na vitória sobre a Ponte Preta.
O jovem criado no Terrão, que passou o ano passado emprestado ao Ceará, ganhou minutos no início da temporada e tem agradado à comissão técnica. Tanto que virou opção do elenco e descartado como peça de negociação no momento.
A formação ideal da defesa deve se repetir por duas vezes na semana: neste sábado, diante do Noroeste, na Neo Química Arena, e no clássico de quinta contra o Palmeiras, no Allianz Parque.
Na segunda-feira, contra o Novorizontino, o Timão deve ir a campo com uma equipe alternativa, dando sequência ao rodízio promovido pela comissão técnica pela sequência de partidas em curto espaço de tempo neste início de Paulistão.
Por José Edgar de Matos — São Paulo
