Diretor do Palmeiras revela seis propostas por joia do feminino: “Já tem a maior venda do mundo”

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Tainá Maranhão disputa a artilharia do Brasileirão Feminino e tem sido, desde a última temporada, uma peça fundamental para o crescimento do Palmeiras entre os postulantes a título. Não à toa, aos 21 anos e em sua terceira temporada no clube, a atacante está entre os nomes cobiçados do mercado de transferências a nível mundial.

É o que diz o próprio diretor de futebol feminino do Alviverde, Alberto Simão.

– Um clube espanhol, um mexicano, três americanos e um inglês. São propostas oficiais – disse o diretor, durante entrevista à getv, sobre os interessados na atleta.

– A Maranhão já tem a maior venda do mundo. Seria a maior venda do mundo.

 

Atualmente, a maior venda do mundo no futebol feminino é da meio-campista Grace Geyoro, do Paris Saint-Germain ao London City, por 1,93 milhão de dólares (cerca de R$ 9,6 milhões na cotação atual).

Em outubro do ano passado, o próprio Palmeiras entrou no Top 10 das maiores vendas do mundo em quinto lugar com a negociação de Amanda Gutierres ao Boston Legacy, dos Estados Unidos, por 1,1 milhão de dólares (mais bônus).

O clube usou os valores para construir o Centro de Excelência exclusivo para o futebol feminino. A estrutura tem previsão de entrega das obras nesta semana e abrirá com um evento de inauguração.

No caso de Tainá Maranhão, porém, o Palmeiras descarta negociá-la neste momento.

– A gente entende, não pelo valor, que o Palmeiras é muito importante para ela ainda para buscar oportunidade de Seleção, continuar fazendo história no clube e fazer uma grande Copa do Mundo.

– Não existe hoje um valor para a Maranhão. A gente fala que ela não sai do Palmeiras, existe um projeto para ela. O que é importante? É a atleta entender se o projeto é bom para ela também. Ela sabe o que ela precisa evoluir ainda. Vai nos dar um retorno não só financeiro como técnico. Fico muito feliz quando a Maranhão, a Raissa, entendem que o melhor para a carreira delas é ficar no Palmeiras.

– Não nos interessa agora desfazer de grandes jogadoras. Nos interessa fortalecer o time – disse o diretor de futebol feminino sobre os planos do clube.

 

Por Redação do ge — São Paulo

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