Governo descarta plano B e quer Pires na Petrobras: ala econômica vê conflito de interesses
Com Pires no comando, assessores da área econômica do governo avaliam que a estatal pode acabar virar alvo de ataques e de críticas também no mercado em meio ao ano eleitoral e à crise do preço dos combustíveis.
Após a desistência de Rodolfo Landim para o Conselho de Administração da Petrobras, a situação de Adriano Pires – indicado para comandar a estatal – também passou a ser tratada como dúvida entre integrantes do governo e do Congresso.
Nos bastidores, há diferentes avaliações sobre a troca na Petrobras: para integrantes do Centrão – que patrocinaram a indicação de Pires – o nome de Pires está mantido e não há plano B para a vaga de presidente da Petrobras, pelo menos era essa a posição até esta segunda-feira (4).
No domingo (3), o Ministério de Minas e Energia divulgou uma nota relatando que Adriano Pires, desde a semana passada, “está cumprindo os trâmites legais” , que é preciso aguardar essas análises e, se houver “óbice”, se ele poder ser superado.
