Na coletiva, Cajá fala sobre semana turbulenta do CSA, condicionamento físico e poder da bola parada

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Por Redação do ge* — Maceió

O meia Renato Cajá foi apresentado na tarde desta sexta à imprensa alagoana. A princípio, a coletiva do reforço do CSA seria na última quinta, mas a queda da diretoria de futebol atrapalhou os planos.

Na entrevista, Cajá até falou sobre esse momento de turbulência do clube. Ele disse que o grupo vai saber absorver essa dificuldade e se fechar ainda mais para buscar os resultados em campo.

– Eu já vivi momentos piores do que a gente viveu, o que já passou, né? É algo que sempre acontece, mas aqui foi bem explícito. Às vezes acontece, mas fica um pouco mais abafado em alguns clubes, mas o importante é que tudo já passou e a gente precisa pensar agora nesse jogo contra o Cruzeiro e buscar esse crescimento na tabela, né? A gente sabe que sempre acontecem situações políticas, mas o grupo tem que estar sempre blindado. A gente sabe disso, tem no grupo jogadores experientes aqui e a gente vai se blindar para que possa estar dentro de campo o mais focado possível .

Cajá, de 36 anos, não atua desde o dia 14 de maio, quando a Ferroviária enfrentou o São Paulo. Ele disse que ainda está se recondicionando fisicamente e, aos poucos, vai chegar ao ritmo ideal.

O meia foi regularizado nesta semana na CBF e pode estrear domingo contra o Cruzeiro, às 20h30, no Rei Pelé.

– A parte física com certeza precisa estar cada dia aprimorando. Eu fiquei 30 dias sem jogar e já tô há uns quatro, cinco dias aqui em Maceió fazendo esse treinamento com o grupo e separado, mas acho que jogo a jogo eu possa estar acrescentando mais, estar crescendo mais fisicamente, para que eu possa fazer jogos em sequência. Aí, eu posso estar jogando os 90 minutos e estar ajudando a equipe.

O armador também falou de uma de suas especialidades, as cobranças de falta. No último jogo que disputou, Cajá fez até um golaço contra o São Paulo.

– Com certeza, a bola parada é um ponto forte, eu consigo bater na bola , eu consigo buscar fazer gol de falta. Consigo colocar essa bola na cabeça dos atacantes, dos zagueiros ali. A bola parada sempre decide. Eu quero estar treinando e estar me dedicando ao máximo, porque, quando o professor pedir para eu bater, eu vou tentar acrescentar nesse padrão aí de bola parada.

Arthur Pessoa colaborou*

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