Operação combate comércio ilegal de gás de cozinha em Maceió
Ação conjunta fiscaliza comércio clandestino de GLP em Maceió — Foto: Divulgação/MP-AL
Ação foi motivada por denúncias após a explosão e desabamento de um prédio no Residencial Maceió I, na capital alagoana.
A ‘Chama Segura’ foi articulada depois que o Sindicato dos Revendedores de Gás de Alagoas (Sargas) que apontou a existência de comércios ilegais, alertando que a prática gerava riscos de acidentes graves, como explosão e intoxicação.
Em um estabelecimento comercial, 26 botijões foram apreendidos. O extintor do local estava vencido. O material será analisado para subsidiar as próximas etapas da investigação.
A denúncia foi motivada após uma explosão que destruiu um prédio no Residencial Maceió I (confira o vídeo no final da matéria). O acidente deixou três mortos e cinco feridos. Três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 12ª Vara Criminal, foram cumpridos.
Entre os alvos da operação estão empresas que não possuíam autorização para armazenar e vendar o produto. Os botijões, documentos fiscais e outros itens relacionados a estocagem e comercialização do gás foram apreendidos.
O GPL é uma substância extremamente perigosa e com alto risco de explosão. A venda irregular da substância pode colocar em risco a segurança pública, além de afetar a economia.
Além do Ministério Público, a operação contou com apoio do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e das policiais Civil e Militar.
