Marcelo veste a camisa do Fluminense, beija escudo e brinca: “Já pode chorar?”
Lateral-esquerdo está em Madrid, mas recebeu camisa do novo clube em casa e gravou vídeo com o número 12 nas costas
Marcelo está há mais de 16 anos sem vestir a camisa do Fluminense em uma partida de futebol, mas a cada dia que passa a data da reestreia fica mais próxima. Nesta terça-feira, o clube divulgou um vídeo do lateral-esquerdo em casa colocando o uniforme e beijando o escudo pela primeira vez depois do anúncio oficial do retorno.
– Muito maneiro. Nem acredito. Sem sacanagem, não estou acreditando que eu vou botar a camisa de novo (risos). Agora bateu mesmo, tá ligado? Já pode chorar (risos)?
Bastante brincalhão e mostrando empolgação com a camisa do Fluminense, ele posou para fotos, vídeo e atacou de modelo na própria casa, ainda em Madrid. No vídeo divulgado pelo clube, alguém nos bastidores sugere para ele beijar o escudo. Ele finge que questiona a instrução, mas não dá nem tempo de suspeitar da atitude, porque Marcelo logo ri.
– Tem que beijar, mesmo? Imagina… O único clube que eu tenho que beijar é esse aqui (beija o escudo). C…, esquece. Cara, não estou acreditando, juro pra você, não estou acreditando, velho (risos).
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Marcelo beija a camisa do Fluminense em vídeo divulgado pelo clube — Foto: Reprodução/FluTV
Entre as sessões de vídeos e fotos, Marcelo também folheou um livro com várias das revelações de Xerém. Além dele mesmo, encontrou outros jogadores como Roberto Brum, que é primo de um amigo, o ex-zagueiro Rodolfo, que era ídolo do lateral e motivo das idas ao Maracanã, e Diego Souza, que disse uma coisa a ele que nunca esqueceu.
– Aí, Diego Souza falou para mim, uma vez, estava subindo a ladeira de Xerém, ele tava com mais um que não me lembro, era volante. Ele falou para mim assim: “Aí moleque, vem aqui”. Achei que ia tomar uma dura, naquela época era assim. Aí ele: “Tu joga para caramba, hein, tu joga para caramba”. Eu agradeci e ele: “Daqui tu vai ser profissional, tenho certeza”. Não me esqueço disso nunca mais.
Por Redação do ge — Rio de Janeiro
