Grupo do RS faz bolão de R$ 100 mil para a Mega da Virada; ‘tem que acreditar’, diz apostadora
Ano passado, moradores de Passo Fundo conseguiram acertar quatro números e ganharam prêmio de R$ 60 mil.
A Mega da Virada deste ano vai pagar o maior prêmio da história, de R$ 570 milhões, e um grupo de Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, decidiu apostar alto: fez um bolão de R$ 100 mil.
“Tem que acreditar. Tem que acreditar”, conta a advogada Patrícia Alovisi, uma das pessoas que fez a aposta.
Ela conta que, junto de mais seis amigos, criou um bolão que hoje reúne apostadores do Brasil inteiro. A aposta é feita em grupo e cada participante paga um valor. Assim, um número maior de dezenas pode ser marcado: com mais números, mais chances.
O grupo até criou uma plataforma na internet que permite compras de cotas de valores diferentes para o sorteio. Os números são escolhidos através de um software (programa de computador).
“Na verdade, nosso bolão é um bolão democrático, né? Nós queremos, quanto mais gente se unindo a nós, mais jogos, mais chances de ganhar. Temos um cara que estuda, que é nosso parceiro, faz parte do grupo desde o início. Ele estuda todas as estatísticas dos resultados já feitos, todos os números, a incidência de pares e ímpares, de números maiores e menores, ele faz tudo isso no computador. É uma programação que ele criou para aumentar as chances de ganharmos. E é com ele essa parte. Nós fizemos jogos, não repetimos jogos, então todo bolão que nós criamos é um bolão novo e com novas chances, novas oportunidades”, explica Patrícia.
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Patrícia Alovisi, que fez aposta de R$ 100 mil junto de grupo de amigos — Foto: RBS TV/Reprodução
No ano passado, o grupo conseguiu acertar quatro números do sorteio e uma premiação de R$ 60 mil foi dividida entre os participantes. Foi esse o resultado que fez aumentar as esperanças para 2023.
“E se não rolar esse ano, ano que vem tem de novo. O ano que vem tem de novo! E daí vamos estudar mais, vamos nos aperfeiçoar mais pro ano que vem implacável. Nós não vamos desistir. Uma hora vai dar certo”, afirma Patrícia.
Por João Pedro Lamas, Arthur Ruschel, g1 RS e RBS TV
